Já se parram 75 meses que Amor á vida tá no ar e nos ainda não entendemos a abertura da trama.

Do começo: Daniel cantando.

Muita, MUITA enfase na hora de falar VIDAAA VIDAAA VIDAAA que chega estourar o tímpanos de todos nós, fazendo com que desejemos a MOOORTE MOORTE MOOOOORTE, ou não?

Nem paloma sofreu tanto até agora quanto Daniel cantando.

Ok, vamos ao BALLET CONTEMPORÂNEO. No sense. Duas figuras desenhadas se arremessando o tempo todo, o que faz sentido: nenhum. Daí vem o mix de Harry Potter, os bailarinos de tranformam em pássaros e se teletransportam: toda hora.

Vamos mudar essa abertura, Walcyr? Nós no noveludo temos alguma sugestões:

Coloque uma música bem fúnebre, pode até ser a própria marcha fúnebre, combina muito com a cara da Paola. Faça um mix da marcha com um reggae, que faz alusão ao personagem Ninho, claro.

Daí, Paola entra fumando um baseado, e rachando o bico de rir do Bruno. Do nada, a criança escorrega por baixo da saia dela e cai direto nos braços do Bruno. Isso facilitaria muito o trabalho do pseudo pai e da bicha má, a Félix.

Depois, mostre a criança já crescida, a Paulinha. Faça uma cena onde a menina corre do Brasil até o Peru, superando todos os obstáculos do Lúpus, que é uma doença super tranquila, afinal em um mês a gente vê que a menina tá totalmente curada.

Finalize com uma cena bem chorumelenta, o casamento de Paola e Bruno, em um salão baixa renda la na periferia, onde todos são felizes o tempo todo. Amarilis e o casal gay aparecem como toque final, todos dançando a conga com a criança no colo, no caso filho dos 3 e de quem mais puder.

Pronto, viu como é fácil, Walcyr? Eu ia até sugerir algo com o Fúlvio Stefanini, mas ele não ta cabendo na minha Tv.

Obrigado pela atenção.